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O barato que não sai caro: Testamos o Honda Elite 125

Honda Elite 125

Com motor econômico e vários porta-objetos, o Honda Elite pode ser uma boa para quem busca simplificar a vida.

Imaginemos que você esteja a fim de cortar alguns gastos. O principal alvo dessa redução possivelmente seja seu carro. Se a sua rotina é acordar cedo, ir ao trabalho, dar passadinha no mercado e, quase sempre, sozinho dentro do carro, temos uma dica: o scooter Honda Elite 125.

A maior virtude do modelo é a agilidade no trânsito e a praticidade. Sentar, ligar a ignição e começar a acelerar. Para ajudar mais ainda o câmbio é automático CVT. Nada de embreagem para se preocupar.

Falando sobre a pilotagem, esse modelo de scooter tem o piso plano. Isso muda um pouco a dinâmica em relação às motos mas em poucas quadras você se adapta. O banco não é o supra sumo do conforto. Apesar de largo, merece uma espuma mais macia. Já o garupa conta com um apoio estreito para os pés. Em compensação, a alça traseira, para as mãos, é grande e firme. 

Embaixo do banco, temos um porta-objetos de 20 litros, suficiente, apenas, para um capacete. Mas para guardar carteira, documento, luvas e máscara – item importante em tempos de pandemia – sobra espaço. Ainda há dois porta-objetos, abaixo do guidão, e um gancho para segurar mochilas e sacolas. Um artifício simples, mas muito útil.

No quesito beleza, que também é fundamental, o Elite agrada aos olhos. Traz farol e luzes diurnas (DRL) em led. Entretanto, os piscas e a lanterna possuem lâmpadas convencionais. Um equipamento legal é o painel 100% digital com velocímetro, hodômetro, relógio e marcador do nível do combustível. 

DIA A DIA

No dia a dia, o Elite cumpre o que promete. A aceleração é suave e progressiva e os freios fazem bem o dever de casa. O dianteiro é a disco e o traseiro, a tambor. Em vez do sistema ABS, o scooter, por ser um modelo de entrada, conta com o CBS (Combined Break System). Ao pressionar a manete do freio traseiro, o sistema aciona o disco dianteiro automaticamente. O resultado é mais segurança, principalmente para os iniciantes no mundo das duas rodas. Por falar em rodas, elas têm 12 polegadas na frente e 10 polegadas atrás. 

Se o asfalto não for lisinho, como na Europa, você vai sentir cada desnível. A suspensão conta com 90mm de curso, na dianteira, e 70mm, na traseira.

MOTORIZAÇÃO

Acoplado à suspensão e atrás do piloto, fica o motor monocilíndrico de quatro tempos e arrefecido a ar. Com 125 cilindradas, 9,3 cavalos, a 7.500 giros, e 1,05 kgfm de torque, aos 6.000 rpm. O scooter desenvolve bem nas retas, mas carece de fôlego nas subidas. O limite dos 80km/h só é alcançado se você girar todo o punho no acelerador ao máximo.

E O BOLSO?

O lado bom disso é o baixo consumo de combustível. Em nosso teste, conseguimos média de 40km/l. A promessa da montadora é alcançar até 54 km/l. Vai depender da sua pressa. 

Ainda falando sobre o seu bolso, o scooter conta conta com três anos de garantia sem limite de quilometragem e sete trocas de óleo grátis. A primeira revisão, com 1.000 km, custa R$ 127 e a mais cara, aos 24.000 km, R$ 887. Nesse último caso, é quando os mecânicos fazem a substituição da correio da transmissão automática, além dos outros ajustes recomendados pela marca. 

Preço: R$ 9.109 (Sem frete)

RESUMO DA ÓPERA

O Honda Elite pode ser um bom negócio para quem precisa se deslocar,  dentro da cidade, com economia. É leve, fácil de pilotar, barato de manter e bonito de se olhar.

Assista nosso vídeo de lançamento do Scooter, gravado em Santos-SP.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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