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Mustang ganha versão Black Shadow para “assombrar” as vendas do Camaro

Os donos e fãs de carros elétricos que me entendam, afinal não quero confusão com ninguém. Eu gosto e sempre fui defensor das novas tecnologias, mas acelerar um legítimo V8 tem o seu lugar no meu coração. O ronco, o torque e a potência brutais, até a vibração do motor, mexem comigo. Uma volta no quarteirão já é suficiente para alegrar o meu dia.

Pensando nesse ângulo, sem focar no alto consumo de gasolina, fechei 2019 com sorriso no rosto. Eu fui um dos jornalistas brasileiros convidados pela Ford para conhecerem de perto (e acelerar) o novo Mustang Black Shadow.

A base mecânica é a mesma da versão GT Premium que testamos no ano passado, mas com atualizações interessantes em termos de design. Ou se preferir, de “penteado”. De cara, todo mundo vai achar que a personalização foi feita em estúdio. E de bom gosto, diga-se de passagem.

Os acabamentos cromados ou prateados nem entraram em cena. No lugar, a Ford investiu na cor preta. Teto, logo na grade dianteira, faixas decorativas no capô e portas, além das novas rodas 19 polegadas. Tudo escurecido.

Do lado de dentro, revestimento dos bancos e das portas em Alcântara, com costuras especiais, acabamento em fibra de carbono no painel central e na alavanca do câmbio. Pra destacar a história do Muscle Car, lançado em 1964 e, nos dias de hoje, famoso nos quatro cantos do mundo, um emblema “55 Years” foi colocado em destaque a cima do porta-luvas.

Ah, só mais um detalhe: eu acelerei o Mustang Black Shadow, equipado com motor V8 de 466 cv e transmissão automática de dez velocidades, parado mesmo. O teste real mesmo ficou para 2020 quando a novidade começa a ser vendida por R$ 328,900. O jeito é esperar e, quem sabe, já começar a juntar dinheiro. Fazer o quê?

Fizemos uma live diretamente do evento em nosso canal do Youtube, se quiser saber mais detalhes, é só dar o play!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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