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Aceleramos o scooter elétrico Ciclo City, da Bull Motors

Os veículos elétricos estão cada vez mais presente nas nossas vidas, isso é fato. Sejam eles, carros, motocicletas e até caminhões movidos a eletricidade já são comercializados oficialmente por grandes marcas e, é cada vez mais comum, esbarrar com algum modelo silencioso nas ruas das grandes cidades.

Aproveitando essa onda futurista, quem virou febre não só em Brasília, mas no Brasil todo, é o scooter elétrico. Modelos leves, fáceis de guiar, com manutenção em conta e que não precisa ser abastecido com combustível fóssil.

Assista nossa avaliação completa do modelo em nosso canal do YouTube

O modelo que testamos é o Ciclo City Veloce, da Bull Motors, empresa nacional, fundada em 2002, que produz e comercializa veículos motorizados focados em diversão, lazer, esporte e é claro, transporte.

O Ciclo City tem cara de modelo elétrico. A primeira vista, até parece um brinquedo. Possui faróis, seta, painel 100% digital com conexão bluetooth para sincronizar o smartphone.

O banco tem espaço para duas pessoas e há um pequeno compartimento abaixo do assento, que pode ser usado para guardar o carregador com espaço para a carteira e celular. Os freios são a disco nas duas rodas e amortecedor duplo na dianteira e na traseira.

Bateria

Um dos principais ítens quando se fala de carros 100% elétricos é a bateria. Acoplada abaixo do banco, ela é de Íon-Lithium, ou seja, não vicia, com um indicador de carga no painel.

Possui uma autonomia aproximadamente de 35 quilômetros. O carregamento depende do estado da bateria, porém, para obter uma carga boa para percorrer uma distância razoável, deixe na tomada de duas a quatro horas carregando.

A velocidade máxima do modelo depende muito da inclinação da pista. Caso seja plana, girando todo o acelerador, chega até 45 km/h, podendo chegar até 60 km/h caso seja em uma descida.

Como anda?

Andar com o Ciclo City é uma diversão. Após girar a chave no painel, ele já está ligado e não emite som algum. Por conta do motor com 1000 watts de potência, o torque é imediato assim que você acelera. Quem está no comando ainda pode selecionar, via um botão, três modos de condução.

Baixo, médio e alto, para ter uma potência maior do modelo. O médio é satisfatório, porém em subidas, dependendo do peso do condutor, o scooter pode precisar de um pouco mais de força.

A suspensão é dupla, porém, quem está no comando, sente todos os desníveis. Os pneus são pequenos, da marca Big Tire e de medidas 225/55-8.

Por se tratar de um modelo com o chão plano, a ciclística comparada a uma motocicleta é diferente. Você precisa ter um pouco mais de equilíbrio e os pés vão juntos ao centro. Entretanto, é fácil a adaptação e o Ciclo City ainda faz curvas muito bem.

O modelo está disponível a partir de R$ 9.899 nas lojas da Bull Motors e pode ser personalizado em três cores. Ainda tem alguns opcionais como um bag, que fica pendurada abaixo do guidão, para guardar carteira, celular e pequenos objetos.

Para quem percorre pequenas distâncias diárias, pode não parecer, mas os 30 km de autonomia são suficientes. A praticidade da bateria ser retirada para carregar no escritório, casa ou outro local, também faz do Ciclo City, um modelo mais prático do que já é.

Com pequenas dimensões, cabe com tranquilidade nas pequenas garagens dos prédios juntamente com um hatch, não há necessidade de uma segunda vaga apenas para o ciclo motor. Apenas tome cuidado com a segurança, por ser muito leve, pode ser um alvo muito fácil para os ladrões de plantão.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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